Mostrando postagens com marcador Crônicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crônicas. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de janeiro de 2017

Humanidade




Todos os nós escutamos  ou pensamos que a  humanidade está perdida, que o ser humano não presta ou não tem mais jeito. Diante de tantas atrocidades presenciada nas ruas e nos nos noticiários, na Internet, muitas vezes na vizinhança ou até dentro de casa não  temos como negar o fato de que vivemos numa sociedade decadente de valores morais e de atitudes acertivas.  A maldade e a crueldade é praticada como se fosse um hábito adquirido sem questionamentos ou resistência .O pior é que ainda alimentamos o negativo por entres os posts, as fofocas, os conselhos.
 Nós tornamos robôs reativos escravos da matéria, da vaidade, da inveja e do orgulho. A nossa parte sombra esta dominando o nosso Ser. Estamos perdendo  a nossa humanidade e mergulhando na escuridão inconsciente transferindo a nossa responsabilidade para os os outros, para o mundo, para o  Governo, para o  Diabo , para a  religião ou para Deus.
      A escolha do que praticamos ou a forma como agimos é sempre nossa. O LIVRE ARBÍTRIO não pode ser ignorado. É lei universal. Somos seres divinos aprendendo entre a dualidade do bem e do mal para evoluir e seguir os passos do Cristo para um dia, superar a nós mesmos, chegar a perfeição, a iluminação. Com certeza não  é tarefa fácil, mas tudo podemos naquele que nos fortalece! O grande problema é que escolhemos sempre o caminho mais fácil e nessa escolha nos perdemos e disperdiçamos muitas oportunidades  de sermos felizes de verdade. Não essa felicidade hipócrita estampada  nas mídias sociais, mas a felicidade simples e pura do coração. O que está nos envenenando cada vez  mais é o crescimento da infelicidade. E o que é infelicidade? É foco negativo! É inversão de valor! Quais têm sido as nossas escolhas? O que nós estamos valorizando? E só observar! Assim teremos um termômetro de como anda a nossa vida. Se um amigo consegue um emprego, uma prima se casa, o chefe viaja, o vizinho compra um carro novo. Preferimos alimentar a inveja e focar em tudo aquilo que não temos ou conquistamos. Mais a felicidade não é ter e sim ser. Senão todo o bem ou status que conquistamos nunca vai ser o suficiente.  Mais como lidar com a frustração? Todos temos sentimentos negativos! A diferença  está em como lidamos com eles. O CENTRO DA SUA VIDA DEVE SER VOCÊ, SUA SAÚDE E SEU BEM ESTAR. MUDAR O FOCO E RECONHECER  AS BÊNÇÃOS VIVIDAS É O CAMINHO. O EXERCÍCIO DO AUTOCONHECIMENTO DO AUTOAMOR É A SOLUÇÃO.

Na realidade já temos a consciência do é  certo ou errado, do que é bom ou ruim. Vivemos um duelo de titãs entre nossa parte luz e nossa parte sombra.
Fazer o melhor é escolher  ser uma pessoa mais humana a cada ato, a cada pensamento, a cada sentimento sem se preocupar com datas especiais, com situações  específicas ou com condições financeiras. Fazer algo de bom independente das vontades alheias, das recompensas, das expectativas.Exercer a bondade não requer graduação ,religião, ou qualquer tipo de rito. Simplesmente podemos deixar a natureza fluir.É uma vontade sincera. Nós estamos perdendo a nossa humanidade utilizando como desculpa  a chaga do egoísmo desenfreado e inconsequente. Exigimos que os outros nos compreendam, nos amem, nos acolham e nos respeitem. Mas não nutrimos esses sentimentos por nós mesmos. Nos tornamos solitários. A dor está corroendo as nossas qualidades, a nossa compaixão, a nossa essência divina. Estamos nos tornando frios, distantes, falsos. Amamos até um certo limite. Ajudamos quando estamos certos que iremos receber algo em troca, mesmo que seja  para manter a fama de ser bom.
Quantos de nós não pode sacrificar um dia de churrasco, bebida ou das futilidades materiais para servir ao próximo mais próximo mais próximo: nossa família, nossos amigos.Ser humano é ser bom, é praticar a benevolência. É nos tornarmos em um homem ou em uma mulher de bem.
Um sociedade justa e fraterna é construída não  com pessoas "boazinhas" , mas de gente que arregaça as mangas e escolhe ser humano apesar de todas as críticas e de todas as dificuldades.
Ser humano é resgatar a nossa essência divina e deixar que a luz se faça. É brilhar do jeito mais simples. É andar de mãos dadas com a alegria e na presença do amor.
Paz e Luz
Mônica Dias

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Os Anjos da Terra


"Seja a mudança que você quer ver no mundo” -  Mahatma Gandhi

Todos os dias uma vida pode ser salva.  A cidade está cheia de pessoas como você que  embora tenham os seus erros ,  suas imperfeições, suas questões possuem a bondade inata na alma. Difícil acreditar, não é?! Quando olhamos a nossa volta o que vemos? Caos, egoísmo, violência, intolerância e solidão. O que parece é que está tudo fora de controle. O pessimismo está  reverberando em nossas mentes e invadindo nossos corações. Estamos abandonando o barco sem lutar, sem investir e valorizar as coisas boas.
A humanidade sofre de uma solidão crônica porque as pessoas estão perdidas delas mesmas. A tristeza é a doença da falta de afeto e aceitação. A grande maioria de nós vive mergulhada em seus problemas e traumas  ,e com isso,  vamos embrutecendo os sentidos e aos poucos esquecendo a certeza do propósito divino da nossa existência. Ai você pode estar pensando, certeza?! Sim. A certeza não precisa de esperança. Quando acreditamos nesta verdade os males do mundo não são mais intransponíveis. Abrimos os olhos e acordamos. Compreendemos intimamente a nossa importante responsabilidade: AMAR.
Para onde estamos olhando? Qual tem sido o nosso foco de atenção? A natureza todos os dias nos prova em silenciosa dedicação a sublime oportunidade que é viver apesar de toda a destruição. Ela se renova a cada dia para o sol brilhar em nosso horizonte. A nossa essência é divina e temos o poder e a capacidade de fazer deste mundo um lugar melhor. Essa é a nossa grande missão. Reclamar e  desistir é o ponto de atração para gerar cada vez mais desgraças.
Renove essa certeza e comece pela sua casa, pela sua família, pelos seus amigos e  por todas as pessoas que cruzarem o seu caminho. Torne isto um hábito. Seja grato e sorria. Você tem que ser a própria certeza porque senão a multidão te arrasta. Você vira um sonâmbulo, um morto vivo.  O afeto traz o calor do perdão, da gentileza, do respeito, do simples fato de deixar ir todos os males e decepções que assolaram o seu caminho  até agora. O afeto renova e nos preenche de ânimo e alegria. A aceitação traz a sabedoria de entender que as pessoas têm seus limites e que não são perfeitas, nos ensina a fidelidade de sermos nós mesmos independente do que aconteça. A aceitação é a paz da compaixão.
Normalmente  nos achamos incompreendidos e desejamos tanto que a sociedade, os outros nos compreendam e nos respeitem. Clamamos pelo amor e esquecemos que ele sempre esteve em nós. Nossos corpos são feitos da sua luz condensada. Todo bem que desejamos habita em nós. As pesquisas informam que a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio. Talvez muitas pessoas estejam esperando um sorriso, um abraço, uma conversa, um afago, um aperto de mão, uma prece, um olhar e um pouco mais paciência e atenção para sobreviver. A sua presença,  a sua mudança de atitude pode salvar uma vida, pode te salvar da escuridão da morte em vida,  pode salvar um planeta. Somos criaturas especiais, somos os anjos da terra! Vamos nos unir para ser a maioria e construir uma morada mais feliz.

Paz e Luz

Mônica Dias

sábado, 1 de outubro de 2016

Impermanência




         Podemos trocar de casa, de religião, de time de futebol, de emprego, de profissão, de marido, de esposa, de namorado, de cor de cabelo, de roupa, de sapato, de carro e sentir  aquela alegria da euforia de mudar, as vezes também até um certo alívio. Afinal, se as coisas não vão bem, melhor ajustá-las. Muitas vezes  também não controlamos a compulsão por ter ou ser. A realidade é que se não tomarmos cuidado vamos viver insatisfeitos em busca de uma nova compensação. A culpa é sempre do outro e a nossa responsabilidade parece mínima.Essas escolhas podem trazer uma felicidade momentânea mas não mudam a gente por dentro.
       Nossos sentimentos, emoções, pensamentos e conflitos não desaparecem de repente. Estão conosco em qualquer lugar . Não adianta fugir. Não adiana reclamar e se revoltar. Calma, você deve e pode  expressar sua insatisfação. Mas "Eles" são aquela aquela bagagem que não dá para despachar. É pessoal e intransferível. Alie-se ao que você sente. Observe de perto, pois este é seu verdadeiro inimigo. Transmutar promove a libertação. Embora o mundo exterior influencie nossas ações e decisões a verdadeira mudança acontece dentro para fora. Ela tem um gosto  amargo, mas depois que rompemos a casca absorvemos o seu fruto doce.  O momento de degustar requer paciência e resiliência.

      A única forma de estar em paz é cuidar do nosso templo interior. Este é o meio mais eficaz da felicidade permanecer.Não seja um vento breve, seja leve, mas permita-se aprofundar suas raízes.

Paz e Luz

Mônica Dias

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Nova Infância






Sinto saudades da minha infância, do tempo em que eu era criança e não tinha com que me preocupar. Brincar, sorrir, dançar e cantar ocupava todo o meu tempo.   Descobrir a vida, suas cores, seus sabores era pura diversão.  Podia expressar livremente meus sentimentos e ainda recebia abraços, apertos e muitos beijos. Os limites me educaram, mas não eram encarados com o peso da seriedade ou da culpa. Ficava contrariada, mais seguia em frente na certeza de que eu podia tudo, afinal de contas, eu era uma menina com a alma de princesa. C"EST LA VIE! Eu acreditava que tudo o que eu fazia era muito importante e especial, pois o apesar do mundo ser muito grande,  lá no oceano infinito dos  meus sonhos, eu sabia de que era capaz de conquistá-lo. Eu conversava com minhas bonecas, encantava as dormideiras, andava na meia ponta do pé para ir a aula de balé, queria  ir para escola de táxi todos os dias e com direito a tomar mineirinho. Risos.  Literalmente confiava na abundancia do universo. Tinha fada madrinha e alguns  amigos invisíveis. Enfim o céu não era o meu limite. Queria voar para as estrelas, morar na lua e ser a Mulher Maravilha. Tinha uma autoconfiança e  uma autoestima capaz deixar muito gente  grande para trás. Essas primeiras lembranças  preenchem de riquezas o nosso ser. Mas apesar da infância ter uma doçura nata, logo cedo temos que aprender com as frustrações, conhecer o impacto ensurdecedor de um NÃO,  mais também é impossível  esquecer  a força restauradora de um abraço seja lá de quem for.  Sem falar do cafuné  que é o deleite dos deleites!
               Tenho que confessar, normalmente a nostalgia me invade e decido revirar as gavetas para resgatar certas memórias. Sei lá, acho que é coisa de canceriano, ou quem sabe de uma escritora investigativa em busca de sua criança interior. Olhar uma foto antiga de quando éramos crianças é um convite a introspecção. Depois que passamos do grande momento da admiração da forurice as cobranças invadem a nossa tela mental. Há um estranhamento. Será que não nos reconhecemos mais? Onde será que está aquela beleza radiante? Será que vamos esmaecendo com os anos?! Cadê aquela energia?! Será que as mudanças, os desafios, os problemas foram amarelando  o vibrante colorido da nossa alma?! É como olhar no espelho mágico  e enxergar a versão mais bonita, audaciosa e destemida de nós mesmos. É um reencontro no espaço-tempo do amor para restauração e fortalecimento. É uma preciosa reconexão  com a pureza, com a fidelidade e com a compaixão. É apoio que nos tira da escuridão para a total  entrega ao auto-respeito. É a libertação das mazelas para voar nos verdejantes campos do autoperdão.  É de verdade brincar de viver na doçura do afeto. Talvez a nossa infância não tenha sido a melhor, ou a mais perfeita, mas podemos sempre construir uma nova infância onde a gente não se cansa de ser criança.

Paz e Luz


Mônica Dias

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Reconstrução : A ponte para iluminação






Por uma questão de instinto de sobrevivência tentamos evitar as tempestades. É natural não querer se machucar e correr o risco de ser carregado pelo vento forte ou ser inundado pelas águas obscuras das incertezas. Em questão de segundos tudo pode desmoronar.  Embora estejamos sempre procurando por um lugar seguro, um abrigo para nos proteger,  um momento para respirar, refletir e se refazer das turbulências do dia a dia. Uma coisa é certa,  não dá para impedir o fluir da natureza.  Por mais a gente construa trincheiras, muros ou cidades inteiras, sempre vão existir períodos de instabilidade. A vida é cheia de contrários. Ela é diversa, tudo se move e tudo foi feito para evoluir e expandir. É como uma grande onda avassaladora que deseja trazer a tona tudo que está escondido nas profundezas do nosso inconsciente para ser transmutado, para ser curado. Quando estamos situados nos redemoinhos das tribulações, a crise rapidamente se instala nos exigindo uma tomada de decisão. É uma questão de vida ou morte que nos impulsiona a agir em nosso benefício, ou a despencar no precipício em completa desistência e desânimo. A grande maioria das vezes ou somos imprudentes ou deixamos o medo nos paralisar. Ficamos desesperados e não conseguimos enxergar uma solução. A dor muitas vezes chega de forma implacável que percebemos como é tênue a linha do equilíbrio. Talvez esse seja o exercício que o universo nos convida. Alcançar o ponto zero: o estado de prece.  Não é uma tarefa fácil, mais devemos ter a certeza de que é possível.


Aceitar que não podemos controlar nada é o primeiro passo encontrarmos um porto mental e emocional que será o nosso refúgio nos momentos de mudança. Quando retomamos nossa autoconfiança, reconquistamos o nosso leme: o autocontrole. O prumo capaz de nos guiar na direção do o nosso ser. A nossa fortaleza. Aquele lugar sagrado que devemos cuidar com todo afinco e com todo o nosso amor.  E nesse processo de autocuidado, não tem jeito,  precisamos arrumar a casa, retirar todas as impurezas e tudo aquilo que está impedindo o nosso desenvolvimento.  Normalmente, estamos tão ocupados com o mundo exterior e acabamos nos  esquecendo do que é fundamental e do que realmente tem valor. Somos seres especiais dotados de uma capacidade infinita de renascimento, de superação. Estamos sempre em busca de uma roupagem melhorada.  Está no nosso DNA. Não dá para conter, ou apagar. Somos um todo de possibilidades. O sofrimento nos separa em partes, mais o amor sempre agrega. Ele nos mobiliza a reconstrução do divino em nós. Ele junta os pedaços que fomos deixando pela estrada e os restaura. Ele nos dá esperança e nos alimenta de confiança. Ele transforma nossas cicatrizes em traços de sabedoria.  Ele é a ponte para iluminação. O nosso coração é a proteção mais eficaz contra as  tempestades que nos assolam durante a existência. Imersos na sua grandeza nada perece, tudo restaura e engrandece.

Paz e Luz
Mônica Dias

sábado, 24 de setembro de 2016

Resiliência: A arte de acreditar em si mesmo




Num dia desses, estava no metrô indo para um consulta médica quando ele entrou todo sorridente, pegou o seu pandeiro e começou a tocar o seu sambinha de raiz.  Uma simpatia de alegria radiante.  Tocou seu repertório e entre aplausos, esse vagão tinha uma boa platéia, solicitou a contribuição aos passageiros que gostariam de ajudar, agradeceu e se despediu.   Elias Rosa de Niterói foi a caminho de  uma nova platéia, de um novo show  que poderia ser  no próximo vagão, nas ruas, nas feiras, ou bares da cidade.  A cidade esta cheia desses corajosos guerreiros que todos os dias precisam vestir a sua armadura da confiança e da força de vontade para continuar acreditando nos seus sonhos. Esses artistas natos acessam um estado mental do ir além do conseguir o pão de cada dia. Eles se alimentam do fazer, do exercer, do apenas ser o que o seu coração palpita. Expressam a sua alma independente de qualquer opinião ou repreenda do sistema de escravidão há que ainda estamos condicionados. Os atores da vida estão em todas as áreas de atuação na barraca do cachorro quente, no jornaleiro da esquina, no feirante, no chef do fund truck, no camelô, na doceira, no atendente de Call Center, no médico, na enfermeira, no terapeuta,  no gerente ou no presidente de qualquer empresa. Não importa a forma  que escolhemos nos expressar no  mundo , quando fazemos o que gostamos e acreditamos  nos nossos ideais, somos verdadeiros artistas.  Talvez alguns desses valorosos artistas ainda vivam uma dupla jornada de trabalho aguardando e se organizando para enfim mudar de rota. Estão construindo a sua oportunidade.

Infelizmente há quem critique ou olhe para os fazem das ruas,das feiras e dos bares o seu palco principal. Normalmente essas pessoas acreditam que se trata de gente preguiçosa e que não quer trabalhar. Puro preconceito e ignorância. No cenário atual do nosso país, podemos afirmar quem são de verdade os PHDs  ou os ambulantes? A Crise sem dúvidas é a mola propulsora da transformação! Ela nos faz sair da inércia e criar! Evoluir!  Quem serão de verdade os preguiçosos?! Aqueles que acreditam em si mesmos e vão a luta sem frescuras ou aqueles que passam a vida acomodados a um padrão?! Logicamente, em algum momento de nossas vidas nos adaptamos ao que a maioria acredita, paralisamos de medo, desistimos do que faz nossa mente pulsar e o sangue ferver!  Todos de alguma forma já nos acomodamos para nos sentir seguros! Mas será que merecemos passar o resto de nossas vidas como marionetes da multidão?! E a nossa essência?! Não sei para você, mas sinto como se fosse uma perda de um precioso tempo que nos foi concedido para prosperar e contribuir com o progresso da humanidade. Desejamos um mundo melhor para nossos  entes queridos, mas como estamos contribuindo para isso?! Certamente, o processo de desapego não é fácil, requer uma continua persistência.  Então se você está em uma situação que não te agrada, não te faz feliz, MUDE! Faça isso por você! Mobilize os seus recursos, planeje, e como diz o ditado popular “ chute o pau da barraca”!  A auto-realização é condição fundamental para uma vida feliz e um mundo interior de paz.  E como fazemos isso?! Identificando nossos sentimentos, pensamentos, reconhecendo nossas fraquezas e investindo em  nossas qualidades. O autoconhecimento agrega valor. Amplia a consciência. O sucesso não é  mero fruto do acaso é o resultado de um trabalho dedicado a realização do mais profundo e belo dentro de você.

Paz e Luz

Mônica Dias

Gratidão Elias Rosa pela inspiração!




quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Desfrutar a vida





         Já tentou observar um pássaro por mais de um minuto? A menos que esteja preso ou ferido, ele vai voar, vai seguir o curso de sua essência livre para desfrutar o néctar da vida. Na verdade tudo é efêmero e ao mesmo tempo intenso e único. O tempo não para e o não volta para fazermos novas escolhas. O que estamos perdendo? Quantas experiências estamos desperdiçando? Normalmente mal conseguimos respirar em meio a tantos problemas e a inúmeros pensamentos cheios de incerteza, ansiedade, raiva.Seguimos o implacável determinismo da rotina avesso as mudanças, a coragem de adotar hábitos mais saudáveis, a libertação do auto-respeito, a inteligência da tolerância. Dominados pelos nossos conflitos, perdemos momentos preciosos e  grandes oportunidades de paz e felicidade.  O nosso foco está emperrado nas preocupações e não transita pelas coisas boas que fazem nosso coração bater mais forte e nos alimentam de esperanças. Mal-humorados, irritados, esquecemos de como é o bálsamo da leveza e da alegria. Hipnotizados pela necessidade de controlar os acontecimentos, perambulamos distraídos , cansados e desanimados. Somos arrastados pelas futilidades e pelas opiniões alheias. Desapegar é  uma questão de saúde. Agradecer é uma questão de sobrevivência.A sabedoria  nos ensina que precisamos experimentar  o ócio, parar , aproveitar, relaxar sem tantas cobranças.  Respeitar o ritmo natural da vida que segue o seu próprio fluxo faça sol ou faça chuva. Fazer tudo que estiver ao nosso alcance. Confiar. Deixar ir o que não nos acrescenta é fundamental para mantermos uma mente serena e equilibrada. Quando escolhemos observar a perfeição da natureza e conseguimos abrir os sentidos para enxergar além do muro de concreto de nossas ilusões, encontramos um oásis em ao meio  deserto a que constantemente nos submetemos por teimosia ou resistência. Nesse estado de conexão interior nos sentimos mais vivos, inteiros, e conscientes do nosso valor e do que realmente importa. Matamos nossa sede viver, de amar, de sorrir, de realizar  o que a nossa alma pede.  Mergulhamos fundo e abraçamos com vontade  a existência.

Paz e Luz

Mônica Dias

sábado, 16 de julho de 2016

É dia de feira



Sabe o que eu mais gosto na feira? De gente.  Quem quiser pode chegar.  Da energia espontânea, da risada simples, das cores, dos perfumes, dos sabores. Não importa a feira, não importa o lugar,  o que gosto mesmo são das relações humanas descomplicadas.  Ver gente de verdade é muito bom.  Totalmente sem frescuras, apenas pelo prazer de estarem juntas e de curtir coisas gostosas. Ninguém vai a feira procurando o requinte, apesar dos preços, vamos enlouquecidos para barraca do pastel com caldo de cana e depois vamos a compras. O negócio é se permitir... É o espaço do sorriso largo, das piadas, dos trocadilhos, e até das poesias dos feirantes inspiradas pela cadencia do andar das mulheres, que estão sempre belas, porque estão alegres... A beleza é simples e natural como a barraca das flores. A feira também realça e resgata o sabor que a vida tem. Alimenta-nos de boas memórias... A feira é o passeio da família, dos amigos, dos amores... Toda vez que vou a feira lembro-me dos meus pais. Costumávamos a ir aos Domingos  para comer tapioca  e tomar caldo de cana. É deliciosa essa sensação da companhia, da presença amorosa em um momento tão simples. A saudade é boa, faz bem.  Não sou boba nem nada,  confesso que ia a feira também para comprar um biscoito de cebola com queijo, um daqueles disquinhos bem gordurosos e viciantes para comer sem culpa. Às vezes  também ia com minha irmã  e fazia ela comprar para mim. Continua sendo meu favorito.  Toda vez que vou a feira tenho que comprar. É maior que eu (risos).  Depois que chegamos o tempo vai passando  e naturalmente ficamos envolvidos pela atmosfera de interação, de uma cumplicidade saborosa. Hum... Já repararam que as frutas parecem que ficam mais vibrantes assim como as crianças. Observar as pessoas e é sentir calor  da vida , é construir um momento mágico que a correria do dia a dia nos priva. É deixar o sol penetrar e sair do isolamento da solidão a que nos submetemos por medo do contato, do envolvimento, do pegar com vontade, do comer mesmo, de ser original... Ir a feira é deixar os preconceitos e limitações tolas...  É expandir, é  ser gente fina , matar a fome e degustar com prazer a doçura do afeto.

Paz e Luz 
Mônica Dias

Seja confiante



   Imagine que Deus antes do seu nascimento na terra tenha lhe mostrado o seu plano de vida.  Contente você pode observar  que o propósito central era a sua felicidade e a sua evolução. Com todo amor Ele havia  planejado o melhor para você.  A sua vida seria permeada por inúmeras possibilidades e sempre respeitando as suas escolhas. Os desafios da estrada naquele momento não lhe causaram pânico ou revolta, simplesmente porque você sabia que seria capaz de superá-los. Você estava confiante e radiante. Essa era a sua oportunidade de fazer melhor, de ser melhor, de ajudar e principalmente de poder amar e estar com pessoas queridas.  Certamente o ânimo e a força de vontade, iriam prevalecer em todos  os  dias da sua nova vida, principalmente os mais difíceis! Se Deus é por nós quem será contra nós?
                Está gravado em nossa memória espiritual: Somos vencedores! A nossa essência é bondade e o nosso corpo é luz cristalizada. Somos estrelas cadentes trilhando o destino pelo rastro luminoso do amor.  Infelizmente com o passar dos anos, esquecemos, e à medida que nos deixamos sugar e dominar pelas emoções e pelas questões terrenas, nos perdemos da verdade,  nos distanciamos de nós mesmos. Arrastados pelas angustias, perseguições, maledicências e inseguranças, vamos cedendo, e até que enfim somos levados pela multidão. Aos poucos  e silenciosamente vamos abrindo espaço  para a lamentação,  para o egoísmo, para o ódio, para a vingança e para a inveja. 
            Sorrateiramente o pessimismo se instala em nosso cotidiano. As crenças como “ humanidade está perdida”, “eu não consigo”, “sou uma vítima” , “todo mundo age assim”, “não quero ser diferente”, “vingança é um prato que se come frio”, “ o mundo está um caos e em crise”, “ mal sempre vence” criam um atmosfera  psíquica e  ambiental negativa que insistentemente é reforçada a cada pensamento derrotista e conformista. Fomentando o negativo estamos literalmente agindo contra nós mesmos. Projetando ondas eletromagnéticas de dor, de amargura e de revolta nos tornamos o nosso pior inimigo. Sabe, não acredito que fugir da realidade ou viver num mundo cor de rosa e altamente espiritual seja caminho, temos que ser conscientes da realidade do nosso momento de transformação social e moral. Logicamente a maldade ainda predomina em nosso planeta, mas certamente o bem sempre vence. Deus está no controle de tudo.  Onde foi parar  nossa determinação e confiança?! Vamos ser proativos e lutar por uma morada mais justa e pacífica.   Precisamos sair da inércia e lembrar do nosso propósito maior, recuperar o mapa para seguir o plano divino. E se para cada pensamento ou atitude negativa o remédio em contrapartida fosse o positivismo e o amor?! Não o amor romântico, mas o amor de verdade, aquele pronto para todas as horas e em qualquer situação. Vamos assumir a militância no bem treinando e praticando o poder da gentileza. Como? Sendo um santo? Não! Construindo um estado de prece diariamente. Os sentimentos  e os acontecimentos estão ai para nos tirar do centro e de verdade não é fácil não falar mal do outro, não querer se vingar, ou conseguir as coisas a todo custo.  Vamos ser honestos, somos ainda muito materialistas e egoístas. Mas que bom que já adquirimos certa consciência e desejamos mudar. Vamos procurar ajuda e nos tratar. Vamos fazer de tudo para curar nossas as dores de nossa alma.  Nós somos o coração do mundo.

             Para seguir o caminho da iluminação é preciso passar pelo processo da cura. O remédio às vezes é muito amargo, mas depois que passa, percebemos que a força e a garra foram o socorro reconfortante  exalado da nossa memória espiritual .   Curar também significa adquirir  o controle da mente para transmutar a nossa realidade. O  equilíbrio é conquistado na dança dos contrários.  Em qualquer plano de existência vamos encontrar desafios para serem superados, vitórias  para  serem conquistadas, mas com certeza, a maior delas é vencer o labirinto sombrio das nossas imperfeições, os nossos demônios interiores. Costumamos algumas vezes acreditar que vivemos como lobos solitários no meio de uma impiedosa selva.  Centenas de vezes nos sentimos abandonados, confusos, perdidos e atormentados  perambulando pelo vale da sombra e da morte... Mas não podemos nunca nos esquecer de que nada é capaz de nos separar do Amor de Deus.

Seja confiante e trabalhe para o bem.
Paz e Luz

Mônica Dias

domingo, 12 de junho de 2016

Prece Mental






        Quando você pensa que sua vida é uma droga, que  não te compreendem,  quem não te respeitam, que tudo está errado, o que você acha que acontece? Certamente, como um imã, tudo o que você mais pensa. Diariamente somos atropelados e dominados por uma enxurrada de pensamentos que por sua vez produzem uma série de sentimentos e sensações. A qualidade da nossa saúde mental e emocional depende exclusivamente das nossas percepções e do modo como lidamos com nossas questões e com o mundo exterior. Quase sempre nos deixamos sugar pela dinâmica do pensar desordenado que nos distancia da realidade.  Boa parte desses pensamentos gira em torno do negativo reforçando as lamentações, o medo, a raiva, a mágoa ou a culpa. Os desafios que deveriam ser estimulantes se tornam dificuldades com barreiras intransponíveis. Emaranhados em dúvidas perdemos o foco, a clareza mental. O ciclo vicioso da auto-piedade,  da fuga e da revolta  nos desvitaliza e nos fragiliza.
Seguimos vagando, nos sentindo desprotegidos, desamparados, desanimados e totalmente influenciáveis e suscetíveis as energias densas e as opiniões alheias.  Para sairmos desse marasmo é preciso querer assumir o controle de nossas vidas e conquistar mais imunidade. O autoconceito é o termômetro do nosso estado energético e emocional. O pensamos ao nosso respeito? Assumimos a responsabilidade pelos nossos desejos e realizações? Ou sempre culpamos os outros pelos nossos fracassos e frustrações? Somos agentes do nosso destino ou vivemos reagindo como vítimas indefesas? Somente a disciplina, a vontade e a paciência podem nos libertar do caos interior. A luz da consciência dissolve todos os bloqueios, traumas e toxinas.  A mente é poderosa, é a criadora da nossa realidade e se expande para além do nosso cérebro físico.  É uma antena altamente sutil que capta ondas eletromagnéticas de diversos tipos propagadas pelo Cosmos.  Cada um de nós é potencial incessante de possibilidades e por isso precisamos aprender a sintonizar em frequências mais elevadas.  
                Como conseguimos mais disposição, mais equilíbrio, mais energia?  Mudando a qualidade dos nossos pensamentos e principalmente das nossas atitudes para desenvolvermos a tão famosa inteligência emocional. É fácil? Não. Requer resiliência, mas é possível. Existem momentos que não conseguimos lidar com certas questões e precisamos do apoio de um terapeuta, um psicólogo, um médico ou de um ombro amigo. Não tenha vergonha, expresse seus sentimentos, cuide-se, mais se desapegue deles! As afirmações positivas também contribuem muito, funcionam com um remédio para curar as crenças limitadoras, construindo um dialogo mental  mais saudável que aos poucos irá produzir atitudes auto-reforçadoras de uma autoestima elevada. O livro você pode curar a sua vida  da maravilhosa Louise Hay é um dos exemplos do poder dessas afirmações. É preciso mergulhar na fonte silenciosa do nosso Eu mais profundo.  Nesse processo  quero reforçar a importância da meditação e  da respiração. A prática ajuda a liberar o estresse acumulado, melhora o humor, a concentração e eleva o nível energia.  Essas ensinamentos milenares  desvendados recentemente para ciência estão ao nosso alcance. Ainda assim, podemos observar que com algumas atitudes bem simples é possível alcançar estados meditativos: estar mais próximo da natureza, caminhar, admirar o pôr-do-sol, dançar, escutar uma música, praticar um esporte, pintar, ler um livro, escrever. Enfim, são inúmeras as oportunidades de felicidade e prazer para a nossa livre escolha a todo instante.  Quando criamos mecanismos de distanciamento das preocupações evanescentes Ego podemos sentir quem somos nós de verdade.
                Conquistar cada vez mais momentos de quietude empodera a alma no seu mais alto valor.  O centramento traz força e plenitude. É como voltar para casa e se entregar ao sono que descansa e vitaliza. O auto-amor se torna um hábito e passo a passo vamos conquistando a confiança, abençoando a nossa passagem pela terra, contribuindo para evolução da humanidade de forma mais proativa e feliz.  Em estado de graça somos um poderoso mantra vibrante de energia divina que ao pulsar em sincronia com a emanação excelsa do amor nos unimos ao Pai em iluminada prece.

Esteja bem!
Paz e Luz

Mônica Dias

domingo, 22 de maio de 2016

A prática do Amor



Viver a vida em equilíbrio é um grande e estimulante desafio.  A aceitação de que não podemos controlar as pessoas e as situações nos proporciona energia e paz. A paciência e ponderação são pontes para um estado interior de calma, confiança e alegria.
             O processo de iluminação pessoal é tênue e muitas vezes é entendido como um caminho filosófico impraticável, irreal,  quando confrontado pela nossa realidade ainda tão densa, atribulada. Quase sempre no nosso dia a dia estamos angustiados ou ansiosos dando abertura para sequestros emocionais.

               Normalmente permitimos que os acontecimentos e as atitudes do outro nos tirem do centro pela nossa dificuldade de expressar os nossos sentimentos e de lidar com nossas frustrações. Literalmente desconectamos da realidade para transitar entre pensamentos e sentimentos negativos imersos no passado ou no futuro.  A mente fica obcecada. A preocupação nos paralisa e a raiva nos cega. Somos dominados pelos impulsos. Reagimos o tempo todo no automático. Como sair desse redemoinho do descontrole? Agindo de forma consciente. Retornando para o agora. O ancoramento acontece imediatamente quanto trazemos a razão a emoção que precisamos entender ou transmutar. A meditação, a música, a respiração,  a prece ou tudo o que nos traz bons sentimentos e boas lembranças funcionam como gatilhos para o nosso caminho de volta ao estado equilíbrio. É um exercício diário de auto-observação e aceitação. Nessa dinâmica percebemos o quanto é importante construirmos hábitos saudáveis: auto-amor, auto-responsabilidade e compaixão.  Com a  prática vamos criar uma reserva de boas energias capaz de reequilibrar o nosso estado mental  e emocional mais rapidamente.

                Conquistar a inteligência emocional é trilhar o caminho do meio.  A filosofia oriental nos ensina que para superar nossas dores e sofrimentos é preciso estudá-las intimamente.  E nesse processo a negação deve dar espaço ao desapego. Deixar ir significa aprender a lição para curar.  Quando as situações estressantes e desagradáveis se repetem é sinal de que não estamos agindo em nosso benefício.  A reatividade é efeito do pessimismo e da vitimização.  Ampliar a consciência é sair da zona de conforto e criar soluções assertivas e criativas.  É retornar a nossa essência, onde o amor é o princípio de tudo. Despertar a luz dos nossos corações e vibrar como um mantra na grande existência universal.

                Alcançar os estados iluminados da mente é aceitar o convite da brilhante  viagem interior.  Os cinco princípios do Reiki, transcritos abaixo e trazidos para reflexão nos questiona sobre nossa conduta diária e nos impulsiona a abandonar os costumes que nos prejudicam e estacionam para alcançar a sabedoria  e nos tornar mestres de nós mesmos.


Só por hoje: Abandona a raiva; Abandona a preocupação; Sê  Grato; trabalha conscienciosamente; Exerce a bondade.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Ponto de Equilíbrio






Saber lidar com nossas emoções de forma assertiva é um  grande desafio para todos nós. Investir nessa capacidade é aumentar a cada dia o poder pessoal e a paz interior. É uma ferramenta essencial para transitar pela vida de forma segura e saudável. Naturalmente entendemos é requisito primordial para alcançar a realização pessoal, a felicidade.

          O sofrimento é o desequilíbrio desta capacidade. Durante meses ou talvez anos vamos acumulando emoções negativas não canalizadas adequadamente e que ficam reverberando ao nosso redor  em um processo retroalimentar. O que aos poucos vão ocasionar as somatizações físicas, mentais e espirituais. Atitudes como colocar limite nas relações, aprender a dizer não, ser mais enérgico em algumas situações,  extravasar a raiva, a tristeza em uma atividade física ou fazendo coisas que resgatam em nós o prazer e a alegria.  Ser mais paciente, expressar os sentimentos com uma boa conversa para clarear as relações. Ser franco, verdadeiro. Aprender a escutar, dizer que ama. Rir de si mesmo. Desapegar da necessidade de controlar tudo mergulhando na preocupação e na ansiedade.  Dar um basta na angustia, agindo de forma determinada a favor do seu bem-estar. Ser feliz sem condicionamentos. Deixar de vez os adiamentos. Começar de fato o projeto dos seus sonhos.  Assim estaremos criando um ambiente harmônico e sadio ao nosso redor cultivando emoções positivas como perdão, gratidão, alegria, amor, compaixão, confiança e coragem num processo de estímulo e resposta auto-regenador. Investindo maciçamente no bem podemos transmutar nossas mazelas e imperfeições.

       Normalmente a primeira coisa que acontece quando estamos mal, ou vivendo uma fase difícil, é perder a capacidade de ver além.  Ficamos cegos e bloqueados diante da muralha que se tornou o nosso problema. A capacidade de ver além é recuperar a flexibilidade e o entusiasmo diante da vida. É conseguir entender o que o sintoma, o acontecimento, a doença está querendo nos ensinar e quais atitudes e crenças precisam mudar para a nossa cura real. A forma como direcionamentos o nosso foco criam a nossa realidade. A todo instante temos a oportunidade de escolher onde estará a nossa atenção, o que vai determinar a qualidade dos nossos pensamentos, sentimentos e consequentemente da nossa vida.  A cada novo olhar, uma nova realidade. O que você acredita já está feito. É uma questão cientifica e há muito tempo já deixou de ser esoterismo ou magia.

          Estamos vivendo num mundo infinitas possibilidades e não precisamos mais ignorar o que existe de mais moderno e está que disponível para todos: o conhecimento.  Vamos investir na sabedoria que busca sempre o crescimento, o aprimoramento.  Façamos como a bela flor-de-lótus  que surge vigorosa  e encantadora apesar das adversidades.  O ponto de equilíbrio é conquistado passo a passo na beleza do florescer, do expandir a nossa  natureza. É o renascimento das profundezas do inconsciente  para exalar a fragrância e a exuberância do perfume do amor. É a luz radiante,  o jardim  da alma e o  recanto da paz.
Paz e Luz!
Mônica Dias

domingo, 10 de abril de 2016

EU MAIOR





 

Os desafios que surgem na nossa caminhada são projeções do nosso inconsciente para nos direcionar o aperfeiçoamento, a individuação. São como pontes para nosso EU MAIOR, para nossa essência primordial, limpando os sentimentos, rompendo com bloqueios e traumas trazendo a consciência a nossa sombra para  curar. São em sua natureza intrínseca  oportunidades de crescimento e libertação. 

A cada instante nascemos  e morremos novamente seguindo a impermanência da vida no rio da evolução.  Esse processo é mais doloroso à medida que resistimos às mudanças perpetuando comportamentos tóxicos em profundo apego aos padrões materialistas, ignorando nossa verdadeira origem e as leis regem o universo.  Quando nos deparamos com a realidade  da existência que nos convida a interiorização a partir da dor, do conflito, do problema. Imediatamente surge a tona uma série de questionamentos. De onde viemos? Para onde vamos?  Qual é propósito disso tudo? Existe realmente essa força poderosa que cuida de tudo e de todos? Que situações  estamos recriando e repetindo no nosso dia-a-dia? Nossos problemas são recorrentes? Que hábitos desejamos manter a todo custo para não sair da zona de conforto por medo ou desânimo? O que estamos somatizando em nosso corpo físico? Quais sentimentos e pensamentos nós estamos nutrindo? Que tipo de mundo nós estamos criando? 

            Observe que, quando nos deparamos com esses momentos de transformação, estamos literalmente levando uma sacudida para o despertar.  A nossa luz, a centelha divina que vive em nós, começa a vibrar intensamente para manifestar o amor, a alegria e a realização. É a metamorfose do choque energético entre luz e sombra. É a catarse, é o período de travessia no vale de nós mesmos. Repare que não existe punição, destino e fatalismo. É a nossa bondade em ebulição. É efetivamente um convite a tomada decisão, a responsabilidade: ou mergulhamos na lamentação e na autodestruição ou escolhemos com a força de nossa vontade desapegar de nossas imperfeições a partir de novas atitudes e novos pensamentos. Evidentemente lidar com nossas emoções em todo esse processo não é fácil e é preciso paciência, resiliência e tempo. É preciso resgatar nossa coragem cultivando o auto amor para restabelecer o equilíbrio deixando ir tudo que nos prejudica e que nos aprisiona ao sofrimento. É PRECISO SOLTAR, PERDOAR, AMAR, CONFIAR E DEIXAR DEUS AGIR EM NÓS.

 

Paz e Luz!

Mônica Dias

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Raízes






Nós somos pura energia em crescimento, a seiva da vida, a força pulsante do amor.

Quando pensamos em desenvolvimento pessoal, em equilíbrio, em paz interior, em resgatar tudo de bom que a vida pode nos oferecer, a intuição nos leva a necessidade de nos fortalecer e de procurar o caminho de volta para nossa casa, o retorno as nossas raízes. Muitas vezes nesse processo nos deparamos com muitos impedimentos e resistências criados ao longo dos anos por um comportamento automático e uma mente viciada em auto-sabotagem.  
O caminho do autoconhecimento é escolher ir pela porta estreita, é aos poucos ir deixando para trás os atalhos, as desculpas, as justificativas e investir com determinação na iluminação, ou seja, na libertação do verdadeiro Ser. Não existe evolução sem desafio, ou criação sem a contradição dos opostos.  Conhecer e aceitar o nosso lado sombrio é adubo para nossa luz interior crescer e florescer. No decorrer do nosso amadurecimento muita coisa boa é encoberta pelos nossos traumas, nossas culpas, nossos erros. É como se criássemos uma crosta de barro embrutecendo  a nossa essência brilhante.
Reconhecer a nossa origem é compreender a vida de forma cada vez mais consciente. É saber que somos muito mais do que o papel que desempenhamos na sociedade, do que as máscaras que criamos para nos proteger do medo e da dor.  O que nos sustenta?  Quais são as nossas crenças? O que a nossa sombra reprimida está projetando de dificuldade no nosso caminho? Será a terra  o arado determinante das nossas atitudes?  O solo  é o pólen composto da herança divina de todos os seres do cosmos. Nele encontramos infinitas combinações e possibilidades. Quais informações nós escolhemos absorver? Será  que somos a pessoa em que nos tornamos? Será que estamos produzindo bons frutos?
Nós comumente temos o mau  hábito de responsabilizar o mundo , a família, as decepções do caminho e o inimigo pelo nosso fracasso, pelas nossas tendências e atitudes negativas. Rejeitar as nossas imperfeições acaba perpetuando situações e acontecimentos indesejáveis. Dominados pelos nossos impulsos resistimos insistentemente num labirinto de sentimentos de raiva, vergonha, arrogância e carência.  A única cura para sair desse ciclo viciante é o perdão, é olhar para nós mesmos com compaixão. É conviver pacificamente com nossas qualidades e imperfeições para poder transpor o sofrimento e ter a benção  de ser simplesmente autentico. É a coragem da entrega.  É recuperar a ética, o vigor da alma, com paciência e resiliência.
 A maturação deve ser natural e gradativa respeitando o tempo de cada um. O universo sempre conspira ao nosso favor, nós é que não enxergamos. Nós nunca estamos sozinhos apesar de todo processo ser individual. A ajuda, o apoio, o carinho está disponível para todos. Nós precisamos sair do automático para resgatar o poder pessoal, começar a fazer perguntas,  mesmo sabendo que dentro de nós já estão todas as respostas. Recuperar a sabedoria interior assumindo nossa auto-responsabilidade de ser feliz e fazer acontecer o nosso melhor e. Transformar a nós mesmos para obter a colheita que desejamos com novas atitudes e novos pensamentos.  Assim ávidos pelo banquete do conhecimento vamos aproveitar a grande e maravilhosa oportunidade: VIVER!  Nós não somos a terra, não  somos os frutos , não  somos  a sombra, nem tão pouco as árvores frondosas em que nos tornamos. Somos na verdade  a força invisível de nossas raízes construída pouco a pouco no alicerce da nossa jornada.  Nós somos pura energia em crescimento, a seiva da vida, a força pulsante do amor.
Paz e Luz!
Mônica Dias


sábado, 30 de janeiro de 2016

Diga espelho meu...



Ô abre alas que é Carnaval. O maior show da terra. Há quem não suporte. Muita gente, muita confusão.  As pessoas são contaminadas pela euforia. Em todos os lugares existe fila. A cidade fica cheia. É um aperto só. É também a época do ano mais democrática. Tudo pode. É um grande banquete a nossa disposição. Diversão para todas as escolhas e para muito além dos quatro dias de feriadão. E como diriam alguns amigos meus, é tempo de se jogar! Para quem não gosta de samba, existe axé, rock, funk, frevo, dança circular, e  até para os mais radicais, tem a vibe da meditação, das trilhas a pé , do retiro na natureza para recarregar as baterias. Enfim, são infinitas as possibilidades de ser feliz.

Caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro é um convite aos sorrisos, mesmo para aqueles que não curtem aglomeração e samba. Os blocos de rua aos poucos vão conquistando os mais sisudos, os mal-humorados de carteirinha, e também os que estão apenas passeando pela redondeza. Aos poucos os camarotes vão sendo improvisados nas varandas, nos playgrounds dos apartamentos e nas calçadas das casas. De manhã ou a tarde é a hora da criançada com  família.O importante é se divertir, mas  para alguns, com segurança e com um pouquinho mais de conforto.

Quanto riso, oh quanta alegria! A criatividade das fantasias desfilam durante todo o dia com certa desarmonia, mas também com muita irreverência na passarela do carnaval de rua. A imprensa adora, a bateria dá aquela paradinha, já que o calor se encarrega de esquentar a todos! Não é tarefa fácil ser bom um folião! Tem quem estar preparado e ter disposição! Beber muita água! Eu adoro o carnaval, embora já tenha sido doente a ponto de chorar por não poder brincar! Verdade! Eu sou dá época em que comprávamos o disco das escolas de samba para aprender todos os sambas até o carnaval.  Eu amo dançar! Acho um barato me fantasiar! Gosto dessa energia! É como voltar a ser criança, você pode  dar asas a sua imaginação, e curtir  muito a brincadeira com o bônus da companhia dos amigos ou da família. Entretanto como diz a música é preciso saber viver até no carnaval!

Voto pelo credenciamento no carnaval tradicional, àquele que tem o espírito romântico e inteligente das marchinhas, àquele sonha em ser campeão e  que ressalta  no coração a alegria, a garra e a beleza, àquele que a sua melhor fantasia é apenas brincar. Infelizmente esse também é um período de toda sorte de abusos na alimentação, nas drogas lícitas e ilícitas, na azaração. Existe muita gente que coloca literalmente os demônios para fora com atitudes de violência e desrespeito. Será que para curtir o carnaval é preciso perder a noção da realidade, se colocar em risco, ou se sujeitar a qualquer coisa? Como será que agimos quando ficamos sóbrios dessa louca euforia? Será que não estamos perdendo a nós mesmos? Quais são as máscaras que estamos usando no nosso dia a dia? Nas nossas vidas, será que somos verdadeiros, ou estamos fazendo as coisas no automático, ou somente para agradar e não contrariar a maioria? Sabe, acredito que podemos sair da zona de conforto e parar de seguir as massas com originalidade e com a força da nossa vontade. Vamos celebrar a vida com prazer e bem-estar curtindo cada um o seu carnaval com mais ânimo e com mais consciência. Assim, quem sabe na quarta-feira de cinzas, a tristeza nem pode pensar em chegar... E o espelho me disse: “A alegria é a felicidade que vem de dentro” (Osho).

#carnavalconsciente
#amase

Paz e Luz


Mônica Dias

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Puros de Coração





             Semana passa uma amiga me marcou na publicação de um vídeo da novela Xica da Silva (https://www.youtube.com/watch?v=ZkztLtaorbk) em que a personagem Mandinga é forçado a renegar as suas origens , é criticado por ser diferente e por isso é queimado vivo. Realidade ou ficção? Infelizmente a intolerância ainda faz parte de nossa realidade.
Os rituais, as velas, as preces, os incensos, as orações, os cânticos, as posturas, as danças ,as roupas estão presentes nas inúmeras religiões do planeta  e são recursos exteriores que a nossa mente ainda precisa para relembrar da nossa conexão com Deus. Funcionam como porto seguro físico e material que podemos tocar, ver e sentir. De certa maneira utilizamos esses elementos ou práticas devido ao sentimento ilusório de separação.
À medida que trilhamos o caminho da iluminação a nossa percepção se amplia, a nossa consciência expande na compreensão de que somos todos um. A certeza de nossa unidade com o Todo é o reconhecimento de nossa poderosa essência, de nossa verdadeira origem. Vibramos amor!  Somos amor! Não precisamos mais de portas, pontes ou atalhos. A confiança sobrepõe à crença. Apenas um pensamento é capaz transpor as montanhas dos impedimentos que criamos no decorrer de nossas existências. É quando conseguimos vivenciar o sublime código: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". É quando nos aprofundamos, nos conhecemos, nos libertamos dos nossos demônios interiores. É quando escolhemos seguir além dos rótulos, das aparências, das tradições do mundo criadas pelo homem para homem. É quando escolhemos a humildade e a verdade  do Eu e o Pai somos um.
             Se cada átomo do nosso corpo é a expressão mais intima e verdadeira de amor de quem  nos estamos separados?  Não será de nós mesmos? Somos Deuses. Somos a natureza. Somos os Orixás. Somos o universo. Somos energia de luz pulsante. Jesus vive em nós. Não precisamos aceitá-lo. Imediatamente o  nosso coração é preenchido com as boas novas trazidas pelo Mestre dos Mestres. Reconhecemos em nós à força das pedreiras, a energia das matas, a garra do vento, a flexibilidade dos rios, o equilíbrio do mar. Tudo está em nós, assim como nós estamos em tudo.  O que reforça uma das Leis Herméticas: "O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima". É correspondência, é vibração, é sintonia, é união! 
"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra". Nesta nova era não cabe mais a intolerância, a ignorância e o desrespeito. Vamos dar um salto de civilidade e benevolência.
Certamente ainda precisamos desapegar de muitas coisas e retirar muitas máscaras. O desapego faz parte do caminho espiritual.  Os mais importantes e urgentes são  o ódio, a vingança, o egoísmo, a mágoa, a inveja, prepotência e a maledicência. Até lá no mínimo vamos olhar para o outro e para os seus costumes com respeito. Vamos celebrar a união em família!  Vamos assumir quem somos nós sendo puros de coração para viver em comunhão.

Paz e Luz!
Mônica Dias


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A delicadeza do Amor




Amar, sem dúvida nenhuma, é coisa mais sublime que nós podemos vivenciar. É uma divina e inesquecível oportunidade. Não exige sequer coragem ou correspondência, pois acontece naturalmente  de forma inesperada, silenciosa e sem motivos ou justificativas lógicas. É fonte que nunca seca.  É uma qualidade inata de todos os seres. É a sintonia de um eterno recomeçar além e muito além da mágoa e da dor.  

Deixar ir quem a gente ama não tarefa fácil, ou uma escolha simples e racional. Somos  demasiadamente apegados e resistimos dolorosamente a separação.  Abandonar o que sempre foi  muito bom ou o que queremos acreditar que ainda era bom é quase que  como encarar a própria morte.  É navegar na escuridão dos sentimentos de  culpa, de rejeição, de impotência.  É um período de tempo, que não se sabe ao certo, de uma saudade cruel que repete na mente todos os momentos compartilhados procurando uma resposta para fim.

É como se nós trancássemos na nossa dor congelando os dias em aparente naturalidade, mas  vivendo em um inferno interior. Ressecamos. Endurecemos. Pedimos um tempo para o amor e vamos seguindo e empurrando a vida. Esse é um momento de muitas transformações e reflexões, ainda que nossos discursos autosuficientes ou atitudes de fuga aconteçam na superfície, estamos  em verdadeira ebulição de emoções intensas. O pesar e a aflição são nossos companheiros na tristeza. Respeitar essa fase é muito importante para todo o processo de cura. Chorar, colocar o caos para fora, é uma necessidade para libertação.  A verdade é que possuimos a maravilhosa capacidade de florescer novamente a todo instante, mas cada um de nós tem o seu próprio tempo.

O despertar acontece de repente na incondicional sutileza dos detalhes. A alegria e a esperança acordam os nossos sentidos.  Na gentileza de um abraço, no olhar hipnotizado  pelo jeito que outro sorri, em um encontro inesperado, em beijo roubado, em apenas sentar lado a lado e escutar o silêncio entre as respirações, em caminhar  juntos sem tantas regras ou preocupações , em querer conhecer  melhor o recém-chegado (a), em redescobrir o prazer de viver. A delicadeza do amor rompe qualquer barreira, qualquer convenção,  dissolve qualquer luto  e nos faz querer ser a melhor versão de nós mesmos.
Paz e luz!
Mônica Dias

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

A Árvore da Vida





O sentimento de pertencimento sempre esteve gravado em nós através dos tempos  como uma mensagem subliminar que nos revela o grande tesouro da nossa existência : a conexão com o divino. O simbolismo da árvore da vida é representado em praticamente todas as religiões e filosofias promovendo uma revolução universalista de união entre os povos  no reconhecimento de nossa irmandade crística.
            A evolução, a iluminação do planeta requer uma expansão consciencial na reflexão e na busca incessante pelo conhecimento de nossa essência e de nossa origem. É preciso urgentemente despertar nossos sentidos para trilhar caminhos mais saudáveis e mais fraternos permitindo que a chama do amor que envolve a vida incendeie nossos corações num processo constante de unificação com o todo.
            Quando vivenciamos o poderoso significado  do mantra “Eu e o Pai somos um” mergulhamos no nosso universo interior unindo o cientista e  o sábio com a coragem visceral de um eterno um buscador de si mesmo. Imergimos em meio à luz e sombras com o propósito do autoconhecimento decantando a alegria e a leveza para eliminar a  dor e o sofrimento. Nesse processo intenso de auto-amor constatamos que somos compostos de uma única e grandiosa energia que permeia todo o cosmos.  O Deus eterno que habita em nós esta grafado em cada átomo do nosso corpo  nos legitimando a genealogia de uma sagrada família.
A percepção da realidade da nossa hereditariedade  e de quem de verdade somos nós, evidencia que nenhuma segregação faz sentido, e nos convoca a lutar por uma morada pacífica e reformada pela ética e pelo respeito. Rumo a ascensão espiritual a estrela guia da compaixão nos impulsiona  a novas atitudes e  a novos pensamentos para promover o renascimento e a comunhão com nossos irmãos ao redor dessa fonte inesgotável de sabedoria, celebrando e colhendo seus presentes imantados de perdão , de gratidão ,de perseverança e de felicidade.
Muita Paz a Todos!

Mônica Dias

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Fé: Força Interior






Dias e noites passam e boa parte nós segue sobrevivendo entre murmúrios e sorrisos na esperança de encontrar o caminho da felicidade. Não importa se possuímos vários bens e uma vida confortável, ou se vivemos com limitações ou em completa privação, estamos todos buscando a paz, a alegria e o amor.
              A certeza de que existe algo maior e imune aos padrões sociais, aos bens materiais, as situações, as injustiças, a violência, ao preconceito, aos problemas é reconfortante, curativo e mobilizador.  Quando nos conectamos com essa forca interior conseguimos transpor nossas barreiras e superar qualquer desafio. È nesse momento que humildemente nos tornamos gigantes e com coragem vencemos nossos inimigos: o medo, a dor, o ódio, o ciúme, a inveja... Reconhemo-nos como centelha de luz e abandonamos o sofrimento, escolhemos ascender, ou melhor, viver. É como um insight, você se tornar a sua grande oportunidade, silencia o mundo, e resgata a sua sabedoria. Consequentemente tudo fica mais simples, mais leve e sentimos presença do Criador, da Luz Infinita, do Puro Amor.  Seguimos em frente entre tentativas e acertos movidos por uma Fé inabalável assumindo a responsabilidade em transformar a nossa realidade e retomar a nossa autoconfiança. Nesse momento nossos olhos enxergam os anjos, pessoas ou situações, enviadas por Deus. E incrível perceber quanta bondade nos cerca e que ela maior que todo o infortúnio existente no planeta. 
        Lembre o maior desafio que você viveu ate os dias de hoje, aquele momento em passou pela sua cabeça em desistir de tudo, em que não tinha energia, em que o seu pensamento era tristeza e sofrimento. De repente alguma pessoa apareceu ou algo aconteceu e mesmo você brigado ou revoltado com Deus, as coisas foram se acalmando, você foi melhorando e o chamamos de milagre aconteceu: a superação, o aprendizado, a salvação. 
A felicidade é o caminho, e não o fim. Os momentos difíceis em nossas vidas sempre proporcionam o conhecimento dessa poderosa força interior. Fazem pulsar de nosso íntimo um calor que aquece o peito de segurança, que expande nossa consciência resgatando a capacidade de seguir adiante e vencer.   São alicerces da fé, verdadeiros mestres a exercitar a nossa alma para iluminada lição do amor
. 

Paz e Luz!
Mônica Dias